segunda-feira, 4 de julho de 2011

Força Sindical prepara ato para o dia 3 de agosto, em São Paulo

O evento faz parte da Jornada de Lutas pela aprovação da pauta trabalhista. 
A Força Sindical quer garantir a presença de grande número de trabalhadores no  ato que as centrais sindicais e os movimentos sociais farão no dia 3 de agosto, em São Paulo. Pelo cronograma definido, a concentração será no Pacaembu. De lá a passeata segue pela avenida Paulista e termina na Assembléia Legislativa, onde será feito o ato pela aprovação da pauta trabalhista – jornada de 40 horas semanais, regulamentação da terceirização garantindo os direitos dos trabalhadores e fim do fato previdenciário, que achata as aposentadorias. Hoje (dia 4), a Força Sindical do Estado de São Paulo realizou uma reunião para preparar o evento. Compareceram dirigentes sindicais que representam 15 setores.

“Ver o auditório lotado nos dá estímulo para desenvolver as ações porque mostra o interesse dos sindicalistas em lutar por nossas reivindicações”, disse Danilo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical São Paulo.  O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, lembrou toda a mobilização que começou no dia 1º de Maio e prosseguiu em junho, julho e que terá o grande ato em 3 de agosto em São Paulo.  Paulinho dividiu em cotas a participação dos sindicatos e federações por setores.

Na reunião, os dirigentes sindicais se comprometeram a cumprir a cota estipulada. O consultor sindical João Guilherme afirmou que o Brasil atravessa hoje um momento favorável para desenvolver a luta por suas reivindicações. “O grande desafio é recuperar o protagonismo que tivemos no fim da ditadura militar. Hoje temos a democracia consolidada e é preciso que o movimento sindical tenha voz definitiva. Vamos colar nossas reivindicações com as da sociedade, por exemplo, na área do meio ambiente e na transferência do setor público. A mobilização dos trabalhadores continuará  ainda na campanha salarial do 2º semestre e também na aplicação do reajuste do salário mínimoem 2012, que será de mais de 13%”, declarou João Guilherme.

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